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Quantidade de cheques pré-datados cresce 8,18% no país
14/01/2009 - Fonte Executivos Financeiros.
A TeleCheque, empresa de concessão de crédito no varejo, anunciou na última terça-feira (13/01), que em dezembro de 2008 o número de cheques pré-datados somou 80,71% no índice Brasil, um aumento de 8,18% em relação ao mesmo período de 2007.
A TeleCheque, empresa de concessão de crédito no varejo, anunciou na última terça-feira (13/01), que em dezembro de 2008 o número de cheques pré-datados somou 80,71% no índice Brasil, um aumento de 8,18% em relação ao mesmo período de 2007. Para José Antonio Praxedes Neto,vice-presidente da TeleCheque,a previsão para este ano, é que os consumidores continuem atentos aos preços e às melhores condições oferecidas pelo varejo. "Os consumidores priorizaram os gastos de primeira necessidade, e depois com o restante da renda, usufruir com a família.Prova disso é que no ranking de segmento, a liderança foi o de Vestuário (87,63%) e Calçados (84,96%), seguido de Supermercados (84,61%). O maior emitente de cheques pré-datados no ranking por Estados foi Pernambuco (92,11%), um aumento de 0,25% em relação ao mês passado e 6,40% comparado a dezembro de 2007. Na seqüência, ficaram Maranhão (90,99%), Amazonas (87,61%), Rio Grande do Norte (86,85%), Pará (86,30%) e Rio de Janeiro (86,07%). "Os brasileiros redescobriram no cheque uma forma de pagamento vantajosa que oferece maior controle, flexibilidade de prazos e parcelamentos, além da negociação direta com o lojista. Outro benefício do cheque é a ausência de limites de compras na relação varejo e consumidor. Todos esses motivos justificam o aumento do pré-datado", explica José Antonio Praxedes Neto,vice-presidente da TeleCheque. Segundo Praxedes, por outro lado, a pesquisa da Telecheque registrou queda de 0,53% do indicador de cheques pré-datados quando comparado com o mês anterior (novembro). "O declínio de dezembro demonstra a preocupação do varejo com a concessão de crédito. Devido aos reflexos da crise,os varejistas estão reduzindo prazos e planos de parcelamento,temendo um aumento da inadimplência", completa o vice-presidente. |
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